Archive for junho \26\UTC 2012

Vancouver Aquarium

Super orgulhosa com minha nova aquisição, minha câmera linda, saí em busca dos pinguins! Sim, pinguins! No Vancouver Aquarium, que fica dentro do Stanley Park tem vários bichinhos lindos e fofos. Chegar foi fácil, tem uma linha de ônibus Stanley Park (#19) que para bem na entrada do Aquarium e passa bem perto de onde eu moro. No dia que fui paguei $21 para entrar, mas vale ficar atento aos preços mais altos no verão, se não me engano peguei o último dia desse valor. (Yeah!) Depois aumentaria 6 dólares.

A organização do Aquarium se divide entre galerias tipo Tropical, Costa Selvagem, Ártico e por aí vai. Tinha um golfinho muito fofo que ficava brincando, literalmente, com as crianças, mas elas não saíam da frente pra eu tirar foto, claro.

O ponto alto do Aquarium é a apresentação de um vídeo em 4D. Se trata de um pedaço de documentário da BBC, sobre aquecimento global e como estamos matandos os bichinhos, mas com água e vento na tua cara, literalmente falando. Muito bom! Agora fico imaginando os efeitos 4D em Tropa de Elite… Devem espirrar sangue.

As belugas são uma fofura à parte, parecem sorrir pra gente. Você tem certeza que elas são muito felizes, elas nadam de barriga pra cima, se isso não é um sinal de felicidade, eu não sei o que é. Ah, e os pinguins? Eles ficaram o tempo inteiro imitando os da geladeira: parados. Mas, enfim, vale a pena o passeio, recomendo.

Vancouver Aquarium from Paula on Vimeo.

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In town

Cheguei em Vancouver. E comigo chegou também o verão (de 20 graus, btw), época de festivais, gente feliz nas ruas e preços elevados para turistas. Mas vamos deixar isso de lado por enquanto.

Não consegui conhecer muito a cidade, mas hoje vi um evento bem bacana que vale a pena compartilhar. Foi o Make Music Vancouver. Na Water Street foram montadas várias tendas abertas onde bandas tocavam. Era tudo mega organizado, com tabela de horários e equipe de staff, mas nada foi capaz de impedir que uma música interferisse na da tenda ao lado e construisse um som único e contagiante.

Era uma escolha: ou você escolhia aleatoriamente uma tenda para acompanhar ou fazia como a maioria e seguia em busca do melhor som. Essa busca me levou a esses caras… Sozinhos, quase ninguém parava, até que… Eles tocaram Elvis. Praticamente todo mundo passava cantarolando um pedaço. Não dá muito pra ouvir o povo cantando junto, mas eu juro que tinha!

Make Music Vancouver 026 from Paula on Vimeo.

                                                           

Mas a melhor parte mesmo dessa festa toda foi esse moleque. Roubou a cena lindamente com seu violão e a cara suja de sorvete ou sei lá o que.

Make Music Vancouver from Paula on Vimeo.

E o dinheiro, como faz?

Certamente a parte mais chata de uma viagem é a burocracia que envolve compra de moedas. Pelo menos pra mim, que não entendo muito dessa nobre arte da troca de câmbio e não sou tão organizada quanto gostaria de ser.

O dólar deu uma subida nessas últimas semanas o que atrapalhou um pouco os planos dessa que vos fala, mas como essa viagem não é adiável, entubei o aumento e saí pesquisando como louca a melhor forma para não perder tanto assim. O que falarei abaixo eu realmente pesquisei e coloco as fontes, se alguém tiver informações complementares e/ou diferentes, sinta-se livre para comentar.

VTM

Desde todo sempre (tá, uns 2 ou 3 anos) entendi que a forma mais segura contra alterações cambiais era o tal do cartão pré-pago. Mas, voltando no fato que eu não sou organizada, de nada adiantou saber essa informação. Então fica a dica 1: se você tem uma viagem certa, segura ou quer simplesmente guardar dólar e/ou outras moedas como investimento, vale a pena fazer o seu.

Agora, qual? O Visa Travel Money é aceito em praticamente todos os estabelecimentos internacionais que tenham bandeira Visa, claro, o que se resume a praticamente todos mesmo.

Dificuldade que encontrei: Apenas 3 moedas disponíveis (Dólar americano, Euro, Peso Argentino, Dólar Australiano e Libras Esterlinas). As demais moedas são recarregadas como num VTM, só que tem outro nome, você vai entender mais abaixo.

Positivo: Mesmo com apenas essas moedas, ele debita em outra moeda se você usar. Por exemplo, no Canadá sei que ele vai converter do dólar americano para o canadense. Só que aí vem o negativo…

Negativo: Nessa conversão, além da taxa de câmbio, é acrescida uma taxa da Visa de 2 a 3,75%! Sim, eu disse taxa Visa. Ou seja, o que parecia interessante, torna-se não tão vantajoso assim, uma vez que você entuba uma taxa variável da própria operadora. Da primeira vez que fui, usei esse sistema sem ter essa informação*, que inclusive precisei ligar duas vezes pra Central do VTM pra entender direito, vocês podem tentar se quiserem, o telefone é 4003-7666 (ligando do Brasil).

Star Cash

Uma derivação do VTM é o Star Cash, ele cobre , como o nosso querido dólar canadense de todo dia amém.

Positivo: Várias moedas em um ÚNICO cartão.

Dificuldade: Uma que venho enfrentando que não tinha com o VTM. Adquiri cada um em uma agência de câmbio diferente. O VTM sempre consegui negociar taxas em tempos de queda do dólar, etc. O Star Cash me sinto completamente nas mãos da agência, uma vez que não há valor negociável, mesmo quando proponho comprar uma quantia razoável, eles não reduzem o preço nem por um decreto! Claro que eles não têm obrigação nenhuma de negociar, mas vamos combinar que é uma prática que pode ajudar no relacionamento entre as partes.

Outros pré-pagos que valem a pena entender como funciona, saber suas opções pode ser o melhor caminho para economizar, para o bem da sua viagem.  Eu tentei entendê-los, mas como fiz outras escolhas, não tive experiência com eles, então preferi não copiar e colar texto dos outros aqui. J

Cash Passport

Global Travel Card (AMEX)

* Não sei se essa taxa se aplica também ao Star Cash quando debitado em moeda não carregada no cartão.